sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Inquietação - Teremos tempestades de misseis?

 

Porta  avisões chinês - Fonte Carta Capital - Foto: Handout / various sources / AFP.

       

        Desde de a última segunda-feira estou inquieto. Por esses desvãos da mente, de repente surgiu uma analogia que me assusta. Trata-se de um personalidade má, que se juntou a muita outras pessoas más, que queria "um reino" para 1.000 anos. Tentou um golpe, entrou pelo voto popular e pelo medo do comunismo, com agressividade desmedida pelos seus aficcionados e tumultos em cima de tumultos. 

        Elegeu uma parte da população para direcionar seu ódio interior e a crença que todos os males econômicos se deviam a essa parcela da população, isto como modo de unir a massa, e uniu. Fez da comunicação uma forma de convencimento para as ações, basta ver os eventos gigantescos de Nuremberg. Queria respaldo da opinião pública, também fez do medo a sua arma de dominação interna. 

        O que há hoje? Os emigrantes na am. do norte viraram esse público para alimentar o ódio.

        Esse "reino do século XX" em poucos anos era uma potência militar sem precedentes, logo absorveu partes de outros países que falavam a mesma língua, depois escolheu um país para invadir, grande e fraco militarmente, foi como uma faca quente sobre a manteiga. As defesas derreteram em poucos dias.

        Vamos para o presente, a  chamada para a campanha eleitoral era "Am.... grande de novo". Tentou um golpe e fracassou, foi para justiça, se provou que era culpado, mas foi deixado concorrer, ganhou a eleição. Com discurso que parecia de falastrão, partiu para a prática agressiva, tarifas de importação, apoio à destruição da Faixa de Gaza. Quem sabe se ali não testou muitas armas? 

        Aquela figura má do primeiro parágrafo deu apoio bélico incondicional ao Generalíssimo Franco, na Guerra Civil Espanhola, de 1936. Experimentando seus aviões e técnicas de bombardeio, treinando seus pilotos e experimentando armas.

        Vamos para um paralelo incômodo, invadiu a Venezuela, entrou no país como faca quente na manteiga, sequestrou o ditador e colocou as mãos nas reservas de petróleo. Vai expandir o país para a Groenlândia diante de fraqueza militar do Dinamarca e da Otan. Teme uma invasão de misseis pelo norte, como se soubesse que uma guerra brutal estivesse sendo gestada nas entranhas das mentes ávidas pelo poder mundial.

        Trata a Rússia como inimiga, afaga vez por outra seu ditador, diz que quer a guerra dela com a Ucrânia termine, mas, creio, acha bom que os seus recursos sejam constantemente gastos. Ficará enfraquecida? 

        Tem outro inimigo gigante, quer derrubar a China, mas por hora, é obrigado a respeitar.

        Trata os demais países como crianças para levarem chineladas por capricho, enquanto isso, guerreia no subterrâneo da internet, provocando colapso na infraestrutura de muitos países.

        A sensação, é que uma guerra enorme, militar, esteja para ocorrer em algum momento. Tal qual o espírito daquele homem mal da Alemanha Nazista tivesse tomado conta da alma de alguém, que só parará com a destruição de muita gente, até de si mesmo.

        Para mim, importante, prestem atenção nos discursos dele. São a antessala de ações que estão sendo planejadas, são aviso de tempestades que estão para ocorrer. Ele mesmo é o sistema meteológico da catástrofe política.

        Pelo que li, em breve o Irã receberá essa tempestade.

Bem, por hora é só.

Abração, Marconi Urquiza.

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