sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

As aventuras do Demilton

Fonte: Depositphotos


        Comecei essa crônica, nesta sexta-feira, ao som de pássaros madrugadores que vivem nas árvores ao redor do Country Club, vizinho de onde moro, em Recife.  É 4.32h.

        Para o dia 30 de dezembro Zé Luiz convidou amigos para se confraternizarem no último almoço de 2024. Deixa eu ver de memória quem estava lá: Zé Luiz, Eli Domingues, PH, Mário Perez, Gilberto Morais, Nelson Lins, Tadeu, Castelli, Paulo Williams, Demilton e Marco Aurélio.

        Mesa cheia, o papo rolava em grupo de dois ou três. Em certo instante, Tadeu comentou sobre o mimeógrafo, aparelho antigo, a base de álcool e com uso de um papel especial, que foi usado,  especialmente, para imprimir as provas escolares.  O fato que as provas tinham um odor suave de álcool.  De certo modo elas eram cheirosas. 

        Disse Tadeu, bem humorado, que um amigo, como um convite, falou: Já pensou, ele é tão cheiroso, deve ser muito melhor bebendo.  Assim ele começou a tomar os birinaites. 

        Não sei porque a conversa circulou e Demilton começou a contar as suas aventuras, com aquele bom humor de quando narra cheio de vida e detalhes as suas histórias. A gente riu sem freios. Fazia tempo que não ria de maneira tão solta. Ele tem uma biblioteca de aventuras, desta vez contou três diferentes de outras que ouvi antes. 
        
        Naquele dia foram: a visita a praia nudismo de Tambaba e o susto quando o garçom tocou em seu ombro e ele viu o pingolim do rapaz ao seu lado: 
        "O que o senhor vai beber?" 
        "Por favor vá para o outro lado", pediu Demilton.
        A ida à antiga boate Mister e depois o arriscado passeio peladão pelo calçadão da praia de Boa Viagem em Recife.

        Mais detalhes consultar o próprio aventureiro. 

        Aliás, surgiu agora uma ideia, uma sugestão: Demilton grava as suas aventuras e depois reproduz em um livro, vai fazer o maior sucesso.  Bom humor hoje é para poucos.

        Foi uma reunião gostosa, onde o espírito de amizade e de reencontrar amigos nos deixou mais leve. A maioria deles fazia de 2 a 3 anos que não os via pessoalmente, alguns desde antes da pandemia de Covid-19. Naquele dia conheci o Castelli.

        Só posso dizer que foi ótimo reencontrar vocês.

        Abração.
        Marconi Urquiza. 

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