sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Já imaginou

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    Estou com essa frase rodando na minha cabeça há muito tempo: Imagina o Brasil ser dividido e o Nordeste ficar independente.

     Quem lembra? Nordeste Independe, poema de Ivanildo Vila Nova e Bráulio Tavares.

    Na época significava o desejo de um Nordeste valorizado, apoiado pelo Estado Brasileiro e um Nordeste que desse a sua população uma vida materialmente mais rica.

    Quando a ouvi, em 1986, na voz de Elba Ramalho, trazia o orgulho de um sonho, sonho de uma vida melhor.

    Foi um ato de rebeldia de um repentista e um poeta gritando para dizer: a gente pode cuidar de nós mesmos.

      Mas o tempo passou e em certo momento um político na moita começou a investir por aqui.  Em outras regiões havia suas benesses, sem uma comunicação ampla, cada pedaço se achava mais prestigiado que a outra região até que tudo foi escancarado, o progresso no Nordeste entrou em slow motion e voltou a fazer sentido a frase do deputado Justo Veríssimo: 
       

      Pobre! Tenho horror a pobre! *

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     Justo Veríssimo, personagem do humorista Chico Anísio.
    
     

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