sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

ME DIZ, AMOR? Saudade agora tem nome.


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17 de dezembro de 2021.

Junho passou, passou de novo o São João, já vem outro e nele a incerteza é o que de mais certo existe.

O Natal na mesma. O Réveillon vai ser festa ainda mais de família. Nada de aglomerar. 

O Carnaval passou e passará na pisada que se apresenta, sem festa, sem frevo, sem gente na rua.

A saudade das grandes festas populares é a saudade que, me parece, ganhou a voz, um rosto e suas canções. 

Mais ou menos há uns 40 dias eu estive em um bar perto de casa e o dono ligou "Alexia" com esse cantor. 

No "Tik Tok" ele apareceu várias vezes, "Facebook", também. Para quem tem acesso a uma boa Internet, pode busca-lo no YouTube.

Ontem fui na academia,  tava lá a audição dele de novo.

Então, acredito que nessa seca de festas, a saudade virou sinônimo de Flávio José.

    "Me diz, amor, como é que vai   ficar
     Meu coração 
     Sem amor, sem calor, sem   carinho 
     Na solidão..."


    Agora é se deliciar, Clique no Link: 
    
    

    Abração, 
    Santa Sexta.
          Marconi Urquiza 


8 comentários:

  1. Estamos andando em círculo, precisamos avançar e estamos impedidos. Como fazer? Como fica? São perguntas sem respostas. Valeu parceiro.

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  2. Valeu Marconi, muito bom começar a sexta com um forró de Flávio José atrelado à sua crônica.
    O povo está sedento pelo retorno das festas, dos abraços, do calor humano, ..., das boas aglomerações.
    Sua crônica me fez lembrar da música *José* e que se encaixa bem com sua crônica sob forma de parodia.👇

    E agora, COVID?
    A festa acabou,
    a luz apagou,
    o povo sumiu,
    a noite esfriou,
    e agora, COVID?
    e agora, você?
    Você que tem nome,
    que zomba dos outros,
    Você que faz versos,
    que ama, protesta?
    e agora, COVID?

    E assim vamos vivendo os bons momentos até que esta epidemia seja efetivamente controlada. Um dia tudo voltará ao normal.
    Abraço fraterno.

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  3. Parabéns Marconi. Uma cronica com nome priprio e endereço certo: o coração. Uma crônica portátil com com poder de martelar a cabeça com a saudade. E ficou martelando.

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  4. Crônica esperada, especial, obrigado por trazer-me lembranças de um forrozinho. Abraços

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  5. Boa reflexão, O mundo está mudando a "duras penas"!Agora vou ouvir Flávio José! Obrigado!

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  6. Parabéns Marconi! Sempre que pode você associa suas crônica à Música e o resultado não poderia ser melhor:
    Crônica com trilha sonora!

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  7. Marconi, que texto e associação maravilhosa e ainda mais utilizando um letra de música tão bonita e emocionante. Abraço

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